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Quem tem um animal de estimação sabe como os bichinhos são excelentes companheiros para todos os momentos. Vai dizer… às vezes parece que eles são capazes de entender os nossos sentimentos, não é mesmo? Pois os pets também podem ser ótimos parceiros na recuperação de pessoas que apresentam alguns tipos de problemas de saúde. Existe uma modalidade chamada Terapia Assistida por Animais (TAA), que tem o objetivo de complementar os tratamentos convencionais recebidos em clínicas, asilos e hospitais. Se você fica feliz enquanto brinca com o seu cachorro ou gato, imagine quem está passando por uma rotina pesada de tratamentos! Aqui no Brasil existe uma ONG muito bacana chamada Patas Therapeutas, que trabalha desde 2012 fazendo a ponte entre quem tem um animais de estimação e as instituições que querem receber o tratamento dos pets. Enquanto você lê este texto, deve estar pensando “tá, mas o que tudo isso tem a ver com a minestore?” Pois bem… Há alguns dias, o pessoal da Patas Therapeutas entrou em contato com a nossa equipe para abrir um e-commerce na minestore. Uma das formas de eles receberem dinheiro para manter esse trabalho superlegal é através das vendas de produtos customizados. Agora, com a nossa plataforma, eles vão poder vender camisetas, chinelos, calendários, canelas e produtos de papelaria para ainda mais gente! Demais, né?! A superintendente administrativa da Patas Therapeutas, Aline Prates, nos contou que o principal motivo para eles escolherem a minestore foi o fato de oferecermos um design legal para as páginas, temas customizados e várias opções de pagamento. E-baa! Estamos muito felizes com essa nova parceria! =D Não deixe de conferir a loja da ONG clicando aqui. Eles já estão com produtos especiais para o Natal. Ahh, confira também o site do Patas Therapeutas. Se você tiver um animal de estimação e quiser que ele seja um voluntário desse projeto bacana, é só acessar este link. Seu bichinho pode aparecer nesse mural de pets carismáticos lá do site, ó: Link original....

Se ver fotos de gatinhos na internet pode tornar o seu dia melhor, imagina só o que a visita de um cãozinho não pode fazer com crianças que estão em tratamento contra o câncer. Estudos científicos já colocaram a presença de animais em hospitais de câncer como um fator que auxilia a cura e o bem-estar do paciente, mas pra ter certeza de que isso é realmente eficaz, basta olhar para as crianças quando vêem os bichinhos chegando. No Brasil, existem ONGs especializadas em levar animais até instituições de tratamento de câncer para passar o dia com as crianças e seus familiares. São projetos incríveis como o Amicão, que disponibiliza seis cães em hospitais de São Paulo (SP). “O cão não cura, mas faz com que o pacientes libere o hormônio da alegria, que é a endorfina“, explicou a’O Globo Luci Lafusa, 60, uma das criadoras do projeto. Sabe-se que o contato com os animais diminui os níveis de ansiedade e aumenta a sensação de bem-estar. Quem aprova a ideia é a pequena Beatriz Anderson Kubo, 6, que há dois anos luta contra a leucemia. Quando ela sabe que Joe, um golden retriever que há dez anos está nessa empreitada de ajudar na cura ao câncer, mal pode conter sorrisos. “A cada 21 dias, Beatriz faz quimioterapia por oito horas seguidas, e seu acompanhante é o Joe“, contou a mãe, Érika Cubo. Além da Amicão, a ONG Patas Therapeutas também se dedica a unir animais a pacientes de câncer. Ao todo, são 50 cães de diferentes raças, quatro gatos, um coelho e até mesmo uma ave que frequentam oito centros de tratamento para tornar o dia dos pacientes mais feliz. Todos os animais são de pessoas voluntárias e passam por exames de saúde e comportamento, além de serem higienizados antes de entrarem nos hospitais. Link original....

A relação entre aves e humanos vem de longa data e podemos dizer que ela nos proporcionou preciosos ensinamentos – principalmente, no que diz respeito a não pular da janela batendo os braços achando que poderíamos voar também. São animais belos e companheiros, capazes de fazer relaxar o mais estressado dos humanos. E é por isso mesmo que as aves também participam da Terapia Assistida por Animais. Não existe restrição de espécie quanto à participação das nossas pequenas companheiras de penas na TAA. “Qualquer ave pode trabalhar, observando que precisam ser muito dóceis, afetivas, gostarem de toques, não estranharem pessoas ou outros animais”, descreve Silvana Fedeli Prado, psicóloga psicanalista e psicoterapeuta de Terapias Assistidas por Animais da ONG/OSCIP Patas Therapeutas, em São Paulo. De acordo com Silvana, antes de se tornarem terapeutas, “as aves passam pela rígida avaliação de comportamento e saúde. Na nossa ONG precisam ser certificadas, caso sejam silvestres, não podem ser filhotes e devem estar fora do período reprodutivo. Como trabalhamos com imunodeprimidos, o cuidado sempre é dobrado, então, a cada quatro meses são realizados exames de saúde, para que não transmitam doenças como Mycobacterium sp, Salmonella sp, Chlamydophila psittaci , Aspergillus, ectoparasitas e endoparasitas”, ressalta a psicóloga. Os benefícios trazidos pelas aves na TAA são equivalentes aos de outros animais. “Esta interação é muito vantajosa para a saúde humana. A ave se torna parte integrante do tratamento, promovendo a saúde emocional, física, mental e cognitiva dos pacientes. Melhora as relações interpessoais, a socialização, a afetividade, vínculos afetivos, autoestima, provável aceitação da reabilitação, entre outros. Tem uma grande aceitação com idosos e crianças”, analisa Silvana. Segundo a psicanalista, a terapia com aves é indicada para todos os gêneros e faixas etárias. “Qualquer paciente pode ser beneficiado, desde que não haja alguma contraindicação, por exemplo, fobia, problemas respiratórios, entre outros”, ressalta a especialista. Silvana conta sobre um trabalho em que a TAA com as aves se mostrou altamente eficaz e benéfica. “Participei de uma pesquisa com aves e idosos que estavam bem cognitivamente, mas com depressão. Era um grupo de seis idosos. No dia a dia eles não demonstravam vontade de conversar, socializar com outros idosos da casa, eram muito apáticos e introvertidos”, descreve. “Nas sessões, com as aves, apresentaram comportamento inverso, ou seja, conversavam bastante entre eles e com as aves, comentavam sobre suas experiências com animais, começaram a se chamar pelo nome e lembravam das aves que já fizeram parte de suas vidas, riam, brincavam, faziam exercícios, sem se darem conta da depressão. Na devolutiva com a clínica, nos relataram que estavam mais animados, falantes e teve até um dos idosos que começou a passear na rua”, conta a psicóloga. Link original....

A assessoria da Santa Casa de São Paulo divulgou uma matéria em que fala sobre os nossos atendimentos no local.   Cachorros visitam crianças internadas na Santa Casa de São Paulo São Paulo, 21 de fevereiro de 2014 – Com uma média de 300 pacientes internados ao mês, o Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo receberá semanalmente a visita de animais acompanhados por voluntários e uma psicanalista. A parceria com a ONG Patas Therapeutas disponibilizará a Terapia Assistida por Animais (TAA) para estas crianças durante todo o ano de 2014. Muitos benefícios podem ser trazidos pelo contato com animais por meio da técnica de TAA. Ela consiste em visitas com o acompanhamento de um profissional da saúde que avalia a interação de cada indivíduo com o animal. É assim que pacientes da ala pediátrica, como Samara, 12, nem percebem que ainda estão no leito do hospital. Entre um carinho e outro, a adolescente se esquece por um momento da saudade de casa, “Eu gosto muito de cachorros, já tenho oito em casa”. Além disso, a variedade de porte dos animais pode auxiliar na parte educacional como a compreensão de cores e tamanhos. “Nós sempre trazemos animais de diferentes tamanhos e cores para interagir com todos os pacientes”, afirma a Superintendente técnica da ONG, Silvana Fedeli Prado. Com mais de 10 anos de funcionamento, a instituição recebe voluntários com e sem animais, entre cachorros, gatos, coelhos e pássaros, para serem treinados e certificados para a terapia. Todos os bichos participantes são previamente treinados, vacinados e castrados, além de serem avaliados periodicamente para garantir a saúde física, obediência e sensibilização ao convívio humano. No Brasil, a TAA começou a ser realizada no ano de 1990, com a implantação dos primeiros Centros de Pesquisa da área. Mas muito antes, a técnica já era explorada na Europa e América do Norte. A terapia se popularizou devido seu amplo resultado positivo nas áreas: Educação: melhora da memória de longo e curto prazo e interação em grupo; Saúde física: incentivo ao exercício e desenvolvimento das habilidades motoras; Saúde mental: aumento da autoestima e redução da depressão e solidão. “É evidente que as crianças apresentam uma melhora no humor e bem-estar com a visita dos animais. Isso também ajuda a aumentar a recepção ao tratamento”, explica o diretor do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo, Dr. Rogério Pecchini. Há uma agenda de visitas dos bichinhos para todo o ano. Mais informações basta entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da Santa Casa de São Paulo.   Departamento de Pediatria e Puericultura Localizado no centro da cidade de São Paulo, próximo ao metrô Santa Cecília, o Departamento de Pediatria e Puericultura da Santa Casa de São Paulo realiza mensalmente cerca de 5000 atendimentos nas áreas...

O UOL divulgou uma matéria sobre o trabalho de animais therapeutas na melhoria da saúde de crianças internadas. Cães e gatos ajudam na recuperação de crianças internadas Por Rita Trevisan e Simone Cunha O momento da visita é sempre sinônimo de alegria, em qualquer tipo de hospital. Porém, quando os visitantes têm quatro patas e chegam dispostos a doar e receber amor, o ambiente se transforma completamente. "Todo mundo se contamina com o alto-astral dos bichos, o clima do hospital inteiro muda", diz a psicanalista Silvana Fedeli Prado, fundadora da ONG Patas Therapeutas, de São Paulo, que atua com TAA (Terapia Assistida por Animais) nos hospitais infantis Darcy Vargas e Menino Jesus e no setor pediátrico da Irmandade Santa de Misericórdia, todos na capital paulista. Segundo o médico Sérgio Sarrubbo, do Departamento de Emergência e Cuidados Hospitalares da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), a Terapia Assistida por Animais é muito comum na Europa e nos Estados Unidos e, por aqui, vem conquistando cada vez mais espaço. "A condição da doença, o fator de limitação e os procedimentos com agulhas e medicamentos causam muito sofrimento, elevando o estresse e provocando falta de estímulo para a recuperação das crianças", afirma o médico. A chegada dos animais, em geral cães e gatos, funciona como uma espécie de contraponto, motivando a criançada a seguir firme no tratamento. "A sensação de prazer provocada pelo contato com os bichos contribui para a liberação de hormônios como a endorfina e a dopamina na corrente sanguínea, que minimizam a dor", diz Sarrubbo. Em contrapartida, essa interação ajuda a diminuir o cortisol circulante, o hormônio do estresse, acalmando os menores. Para Silvana, as reações emocionais e fisiológicas que os bichos provocam nas crianças ajudam a melhorar a resposta do sistema imunológico delas. "Isso pode contribuir para diminuir o tempo de permanência no hospital", declara a psicanalista. A visita dos animais assegura momentos mais brandos e descontraídos e, muitas vezes, serve de estímulo para uma criança acamada, por exemplo, ter vontade de levantar e passear um pouco pelos corredores, segurando o animal pela guia. "Nos dias de visita, até os procedimentos médicos são aceitos de forma mais tranquila", fala o pediatra.   Benefícios E mesmo quem não conhece os efeitos fisiológicos desse tipo de terapia complementar garante que a interação surpreende pela emoção e alegria que proporciona às crianças. "Meu filho deu uma gargalhada tão boa quando viu o cachorro que eu me surpreendi", conta Marcia Mendonça Martins Bruno, 45 anos, mãe de Gabriel Felipe Bruno. Na ocasião, o menino de cinco anos estava internado no Hospital da Criança, em São Paulo. Ela comenta que o contato com o cão deixou o filho mais animado, fez com que ele parasse de reclamar da internação. "Vê-lo feliz também ajudou a aliviar a...

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