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O site Pense Leve divulgou uma matéria sobre nosso trabalho.   Entenda como os animais podem ser aliados da sua saúde É verdade que o público feminino recebe com mais frequência diagnósticos de doenças como câncer de mama, enxaqueca, esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, lúpus, problemas na tireoide e outras patologias. Mas a boa notícia é que os fatores que contribuem para o desenvolvimento de muitas dessas doenças podem ser evitados com a companhia de um amigo mais do que especial: um cachorro ou gato. Além de prazerosa, a Terapia Assistida por Animais (TAA) é cientificamente comprovada e eficiente na recuperação e tratamento de diversos quadros clínicos — como depressão e ansiedade —, apresentando impactos emocionais, cognitivos, físicos e mentais, gerando melhora da pressão arterial, respiração e coordenação motora. A voluntária do Patas Therapeutas, Eliane Baruch, ressalta que os efeitos da TAA são, muitas vezes, mais notáveis entre as mulheres devido a maior e menos tímida interação com os animais. “O retorno desse trabalho é imediato, não somente no quadro clínico, mas também por trazer segurança e um sentimento de satisfação. A interação dos animais com os assistidos, seja brincando ou praticando exercícios, afeta a capacidade cognitiva e física”, diz Eliane. Para a especialista, o trabalho voluntário da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), é mais recorrente entre as mulheres, exatamente porque serve de auxílio para ambas as partes, gerando bem-estar e satisfação. Link original....

O site Hypeness fez uma cobertura da inauguração do Jardim Terapêutico, iniciativa de voluntários, que criou um espaço de contemplação no Hospital Infantil Darcy Vargas.   Cobertura Hypeness: artistas de rua levam graffiti para hospital infantil em SP Você pode não achar importante que um mural seja feito dentro de um hospital. No dia a dia, pode nem se lembrar que ele existe. Mas, para uma grande quantidade de pessoas, ele fará toda a diferença. O Hospital Público Infantil Darcy Vargas, em São Paulo, reuniu voluntários e funcionários cheios de boa vontade para criar em conjunto um jardim terapêutico repleto de graffiti nas paredes dentro do complexo. A ação transformou o local num novo espaço de convivência, que vai abrigar as crianças em tratamento e seus pais. Com apoio dos projetos Patas Therapeutas, que leva cães para conviver e brincar com as crianças, Mamãe que Fez, destinado a ensinar trabalhos manuais para as mães que aguardam os filhos na hemodiálise, e demais voluntários, o jardim teve 100% dos itens doados, consolidando-se em 9 meses de árduo trabalho voluntário. Os murais ficaram por conta dos artistas Chivitz, Minhau, Flavio Samelo e Jay, enquanto o planejamento veio dos arquitetos André Rogov e Vinícius Patrial, e das paisagistas Aline Sini e Emi Ishigai, dando outra cara e uma nova vida ao local de 90 m², que não era utilizado. O espaço para relaxamento e descanso conta com plantas como lavanda, que transmite tranquilidade, e alguns pés de fruta, como acerola e romã, que atrai pássaros. A ideia inicial foi da voluntária Mônica Mallart, que administra o projeto Mamãe que Fez, junto com o skatista Roger Mancha, que conheceu no projeto Patas Therapeutas do qual fazem parte. “Acho que é a primeira vez que vejo graffiti dentro de um hospital, que surgiu por meio de um coletivo de ideias e pessoas”, contou Mancha ao Hypeness. A ocupação é um item fundamental dentro do ambiente hospitalar, focado em tratar doenças de alta complexidade, como nefrologia, diabetes e câncer. Algumas mães não conseguem trabalhar porque têm de levar o filho ou a filha para tratamento todos os dias ou três vezes na semana, enquanto alguns pais simplesmente não aguentam o processo e acabam largando a família. “Este espaço não tinha nada, absolutamente, e isso me incomodava, assim como eu não gostava de ver as mães ociosas na sala de espera. Pensei em criar uma ala de descompressão, para ser uma válvula de escape. O jardim tem esse propósito“, explicou Mônica. Segundo a diretora do hospital, Tereza Cristina, são atendidas em torno de 3 mil à 4 mil crianças e jovens até 17 anos no ambulatório, enquanto 120 chegam pelo pronto socorro. A diretora de enfermagem Marta Marina nos informou que é feito um trabalho com cerca...

O Portal R7 acompanhou nosso trabalho e contou sobre as exigências de saúde que os therapeutas têm. Cachorros recebem higiene completa e vacinas antes de terapia com crianças em hospital Quem vê de longe mal pode imaginar quantos cuidados especiais os cachorros precisam receber antes de participarem das sessões de terapia assistida às crianças internadas em hospitais. Tudo parece fácil, mas não é. Para poderem ter contato com os pequenos, os bichos são tratados com vacinas, e passam por uma higiene completa: as orelhas são limpas, as unhas são cortadas e, obviamente, o banho é requisito básico. Silvana Fedeli Prado, fundadora da ONG Patas Therapeutas, que realiza terapia com animais em hospitais e asilos de São Paulo, explica que as exigências para entrar nos estabelecimento de saúde são muitas. — Eles têm de estar de banho tomado, orelhas limpas, unhas aparadas, pelo escovado, dentes limpos, enfim, eles têm de estar com a saúde em dia para poder estar aqui no hospital. Antes de entrar nos hospitais, as voluntárias limpam pata por pata de cada cão com lebços umedecidos para não levar nenhum tipo de poeira para dentro. Os cães precisam também estar com a vacinação em dia, principalmente a antirrábica e a de gripe. — Além disso, a cada quatro meses é feito uma série de exames parasitológicos, e temos a veterinária da ONG, que também é voluntária e faz a avaliação dos animais.   Como participar da ONG? Quem tiver interesse em participar do trabalho da ONG juntamente com seu cachorro de estimação basta se cadastrar no site do Patas Therapeutas. Segundo Silvana, antes de iniciar as visitas, o voluntário terá que participar de uma palestra em que são transmitidas informações sobre a terapia assistida. — Depois da palestra, a pessoa visita a ONG sem o animal somente para conhecer o trabalho. Somente então ela leva o animal, que passa por um rígido processo de análise de comportamento e saúde, para poder entrar num local como um hospital. A fundadora diz que a ONG trabalha com animais de estimação, mas que pessoas que não possuem pets também podem participar. — O importante é a pessoa ter vontade de fazer um trabalho voluntário, e isso se torna mais prazeroso ainda quando você faz parte disso junto com o seu animal de estimação. Link original....

A Revista Meu Pet divulgou o trabalho feito por ONGs da área de Terapia Assistida por Animais.   Conheça a Terapia Assistida por Animais Por Marília Alencar Quem ama os animais sabe como é difícil vê-los doentes, amuados e cansados. Fazemos de tudo para ajudá-los a superar problemas, psicológicos ou físicos, não é mesmo? E a recíproca é mais que verdadeira! Muita gente, quando está doente, percebe que os mascotes ficam mais próximos, cuidadosos e carinhosos até que o problema de saúde passe. Foi por meio da observação desse tipo de interação que surgiu a Terapia Assistida por Animais, chamada de TAA. Esse método, que vem sendo muito usado nos últimos tempos mundo afora, tenta usar os benefícios da relação homem/animal para amenizar várias doenças. De fato, um estudo feito pela American Humane Association afirma que crianças diagnosticadas com câncer aceitam mais facilmente o tratamento e a hospitalização quando são submetidas a esse tipo de assistência, e as internadas em hospitais dizem que se sentem “em casa” quando passam a conviver com os pets. A organização sem fins lucrativos Paws for People, de Delaware (EUA), uma das primeiras a ter terapeutas peludos, afirma que os pets trazem incríveis melhorias aos seres humanos, como diminuição da pressão arterial, solidão, ansiedade, aumento das capacidades motoras, além de liberar as famosas endorfinas para os seus pacientes. Todo esse conjunto de benefícios ajuda a combater as doenças ou ao menos reduzir dores e fadigas.   ONG de São Paulo trabalha com terapia para pacientes de todas as idades A ONG Patas Therapeutas, de São Paulo (SP) conta com voluntários e pets das mais diversas espécies.“Não trabalhamos só com cães, mas com gatos, pássaros e até coelhos. Os voluntários também podem ou não ter animais”, afirma entusiasmada Silvana Fedeli, fundadora da instituição. Cada proprietário é responsável pela saúde do seu mascote, que precisa estar com a carteira de vacinação em dia. O comportamento do peludo também é um fator importante e é checado por uma comportamentalista da própria organização. Para fazer parte da equipe, o animal deve ter um temperamento dócil, amigável e, claro, controlado, para que não haja nenhum problema durante a interação com os pacientes. As doenças que acometem as crianças abordadas por Silvana e sua equipe vão desde a nefrologia, câncer, hematologia e até alergia. “Já com idosos, tratamos dos problemas senis, como Alzheimer e Parkinson”, diz. O Patas também faz tratamento com acidentados na ala de ortopedia da Santa Casa de São Paulo (SP), auxiliando no tratamento fisioterápico dos pacientes.   Para cada paciente, empresa designa um pet terapeuta diferente Já a Pet Terapeuta, apesar do nome semelhante ao da instituição apresentada, localiza-se em Porto Alegre (RS) e em vez de ser uma ONG, é uma empresa limitada de Karina Schutz, psicóloga, que trabalha com...

O site Procura-se Cachorro divulgou um texto sobre a nossa campanha de arrecadação.   ONG de animais terapeutas cria iniciativa para distribuir mascote de pelúcia em hospitais Você conhece o trabalho dos cães terapeutas? São animais treinados que realizam visitas em hospitais, asilos e abrigos. Uma forma de humanizar o local e levar alegria e amor aos assistidos. Em São Paulo, a ONG Patas Therapeutas realiza o trabalho desde 2012 e agora busca recursos para confeccionar o mascote de pelúcia. A ideia é presentear cerca de 150 crianças com o “herói Happy” durante os encontros semanais. O restante da produção será colocado à venda na loja virtual. A iniciativa espera arrecadar R$ 12.790  até o dia 27 de maio, e os apoiadores levam para casa recompensas de acordo com o valor doado. Vamos colaborar? Um trabalho lindo e gratificante que leva sorrisos aos pacientes. Link original....

O Portal Melhores Amigos explicou como funciona a Terapia Assistida por Animais e seus benefícios.   Saiba como funciona a terapia assistida por animais em hospitais O ambiente hospitalar, geralmente, não é associado como algo aconchegante e acolhedor. Pessoas hospitalizadas se encontram fragilizadas e, muitas vezes, desamparadas em termos afetivos. E é aí que entra a terapia assistida por animais. “A TAA surge como um catalisador, modificando o ambiente, o cotidiano do tratamento. Aparece como uma possibilidade de expressão dos sentimentos dos pacientes. Isto ocorre porque as pessoas projetam no animal, principalmente no cão, seus sentimentos. ‘Percebem’ que o animal é tão vulnerável quanto elas”, explica Silvana Fedeli Prado, psicóloga psicanalista e psicoterapeuta de Terapias Assistidas por Animais da ONG/OSCIP Patas Therapeutas, em São Paulo. Como funciona? O animal não precisa ser de uma espécie ou raça específica, mas deve passar por uma avaliação de comportamento e controle de saúde. Os cães “precisam ter adestramento básico e estar em dia com vacinação, parasitológico e higiene. Seguimos rígidos protocolos internacionais de saúde e comportamento dos nossos animais. Estes protocolos são previamente enviados ao hospital, o qual adaptará aos protocolos dele. Ao adentrarmos, na recepção, limpamos as patas dos nossos animais com clorexidina 2%”, esclarece Silvana. Segundo a psicóloga, “as atividades podem ser individualizadas ou grupais, com periodicidade semanal ou quinzenal, geralmente em intervalos definidos. São previamente agendadas e com duração de, no máximo, uma hora. O animal pode ser conduzido pelo voluntário, tutor e/ou profissional. É utilizado como mediador entre os profissionais e/ou voluntários e assistidos e/ou pacientes”, descreve. “Dependendo do que for acordado na instituição, podemos colocar os animais na cama dos pacientes que não conseguirem sair do seu leito. Já os que podem sair passeiam com os cães no corredor e utilizamos a brinquedoteca do local. O atendimento é de caráter espontâneo, sendo os próprios pacientes quem ‘definem’ como ocorrerá a sessão”, conta a psicoterapeuta. As crianças podem aproveitar o espaço infantil do hospital para interagir com os animais. “Na brinquedoteca há uma caixa lúdica, contendo “equipamentos médicos”, com os quais as crianças brincam com os cães. É por meio deles que as crianças têm possibilidade de trabalhar e elaborar suas fantasias e medos decorrentes de sua condição clínica e do ambiente hospitalar no qual ela está inserida”, relata Silvana. A psicóloga frisa que “a cada paciente atendido que manuseia o animal, passamos álcool gel em suas mãos. Após uma hora de atendimento, nos despedimos e na saída, novamente, limpamos as patas dos animais com clorexidina 2%”. Quais os benefícios? O espaço é curto para descrever o quanto a TAA é benéfica para os pacientes hospitalizados. Silvana conta que os benefícios são inúmeros e estão relacionados vários aspectos físicos, mentais, educacionais e fisiológicos. Físicos: aprimora as habilidades motoras finas, as habilidades para a condução cadeiras...

A equipe do R7 acompanhou nosso trabalho e conheceu o Lucas, um dos atendidos pelo nosso trabalho.   Menino que vive há 14 anos em hospital de SP espera ansioso visita de cachorros: "É um dia diferente" Aos dois aninhos, Lucas Santos, de 16 anos, trocou os brinquedos pelo leito do hospital Santa Casa de São Paulo. Diagnosticado com uma doença rara chamada Pompe, que provoca déficit muscular, o adolescente vive há 14 anos dentro da pediatria do hospital. Apesar das muitas dificuldades que enfrenta todos os dias por ter o corpo completamente paralisado, o sorriso não sai do rosto do menino. Sua maneira leve de enfrentar a vida fica evidente logo ao entrar em seu quarto do hospital, decorado com faixas, pôsteres e cartazes do time de seu time do coração: o Santos Futebol Clube. Há pouco mais de uma semana, o R7 conheceu a história de Lucas, ao participar de uma sessão de terapia assistida com cachorros na Santa Casa. A reportagem estava no corredor do local com diversos bichos quando o adolescente pediu que todos entrassem em seu quarto. Por causa da doença, Lucas não consegue se movimentar e precisa de ajuda para comer e para se vestir. O adolescente contou que o cotidiano no hospital não é fácil, mas tenta fazer com que cada dia seja ainda melhor, e a animação de Lucas ao falar é contagiante. Um dos dias mais esperados pelo menino é a visita dos cães da ONG Patas Therapeutas. — Eu gosto muito quando os cachorros vêm aqui. Brinco e converso com eles, fico muito animado. Adoro fazer carinho neles. Eu fico ansioso esperando o dia em que eles vão vir. Adoro bichos. Quando os cachorros vêm, é um dia diferente. Não tem clima de hospital. O tempo em que eles ficam aqui muda tudo, a gente fica muito mais animado. Além da visita dos cães, Lucas se anima ao falar e mostrar as fotos com jogadores Neymar, Rogério Ceni e Fernando Prás, jogadores de futebol que abraçaram a causa do menino. Hoje, o grande sonho do adolescente é conhecer uma das principais atrizes que ele vê pela televisão: Bruna Marquezine. — Eu não sou fã de novela, mas estou assistindo essa nova porque ela é a principal. Meus amigos estão fazendo campanha no Facebook para ela vir me ver.   Contato com animal melhora qualidade de vida Uma das responsáveis pela pediatria da Santa Casa Daniela Bonfim apoia a ação da ONG e explica que o contato com os bichos pode colaborar com o tratamento das crianças. — A literatura médica já tem dados que mostram que tudo que melhora a qualidade de vida do paciente tem efeito positivo no tratamento. O animal tem uma característica especial, porque tem uma interação muito positiva com a...

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